quarta-feira, 11 de maio de 2011

Que tal um telhado verde?


Sustentáveis, bonitos e refrescantes – estes são os telhados verdes. Sucesso em diversos países, as coberturas ecológicas estão no alto da prefeitura de Chicago, na Biblioteca Municipal de Vancouver, no Aeroporto de Schipol, em Amsterdã, e em muitos outros lugares.
Mas, na verdade, este não é um conceito tão novo: no século XIX, algumas cabanas eram cobertas por gramíneas nos EUA e, após 1960, a Europa também incorporou a idéia. A camada de vegetação dispensa o ar condicionado e permite que a temperatura das casas permaneça agradável em todas as estações do ano. Além disso, o telhado verde ajuda a diminuir o risco de enchentes, porque escoa a água da chuva de maneira mais lenta, e diminui o superaquecimento das áreas urbanas.
O gasto não é tão grande como se imagina e os ganhos são muitos. A imagem abaixo, publicada pelo Planeta Sustentável, mostra algumas formas de construir coberturas verdes. Veja:
 

Que tal pensar um pouco nessa sugestão?
FONTES:
O Eco
IG
National Geographic
Planeta Sustentável

Mais de 80% das vagas de emprego não são divulgadas. Veja como encontrá-las

Especialista dá três dicas para quem quer acessar essas oportunidades de trabalho, por meio de pesquisas, rede de contatos e autopromoção




emprego
Hoje, existem diversas maneiras de um profissional consultar as vagas de trabalho abertas em sua área. As mais comuns delas são consultar os sites específicos que divulgam esse tipo de informação ou fazer uma busca na própria página das empresas na internet.

No entanto, na visão de Steven Rothberg, fundador do site de empregos norte-americano CollegeRecruiter.com, esse nem sempre representa o caminho mais adequado para procurar um emprego. Isso porque, em artigo no jornal norte-americano The Wall Street Journal, ele afirma que mais de 80% das vagas de trabalho abertas atualmente não são divulgadas de forma oficial.

Mas qual é o caminho, então, para encontrar uma vaga de trabalho? Investir em pesquisas, usar melhor a rede de contatos e divulgar competências.

A seguir, veja as dicas de Rothberg para atrair potenciais empregos que não são formalmente divulgados:

Enxergue os sinais: Esteja atualizado com o que acontece em seu setor, aconselha o especialista. Para isso, é importante ler jornais especializados, consultar os comentários de analistas e monitorar a performance das empresas – para entender se elas estão crescendo, passando por uma reestruturação ou terceirizando mão de obra. Qualquer notícia pode representar um sinal de que a companhia está aberta, ou não, a contratações.

“Crie uma lista de empresas nas quais você gostaria de trabalhar e faça pesquisas do perfil dos principais cargos dessa organização. Você pode descobrir a descrição da carreira [dos executivos dessa companhia] nos sites e blogs”, aconselha Rothberg. Ele acrescenta que as pessoas só devem se candidatar a uma vaga se preencherem os conhecimentos e a experiência necessários para ocupá-la.

Aproveite melhor os contatos: “Acione sua rede de contatos de colegas, amigos e familiares para descobrir possíveis conexões que possam fazer com que seu currículo chegue até quem toma a decisão [de contratação na companhia em que quer trabalhar]”, pontua o especialista. Ele aponta que, caso não exista um contato direto, busque algum tipo de indicação, por meio dos “amigos de amigos”.

Outra alternativa é tentar participar de atividades – como eventos e feiras – que envolvam profissionais do setor e que possam ajudá-lo a acessar possíveis empregadores.

Seja facilmente ‘encontrável’: Melhore sua visibilidade para possíveis empresas que possam contratá-lo, ao divulgar seu currículo em sites como o LinkedIn. Não esqueça de enfatizar suas habilidades, permitindo assim que as empresas que buscam conhecimentos específicos o encontrem.

"Google Music" na I/O Conference


Além do serviço de backup e streaming de músicas na nuvem, Google anuncia nova versão do Android e serviço de locação de filmes no Google Android



Os rumores que surgiram na manhã desta segunda se confirmaram. O Google anunciou, durante a I/O Conference, em são Francisco, o lançamento de seu serviço  Music. Outras novidades também foram reveladas, como uma nova versão do Android, compatível para smartphones e tablets, e um serviço de locação de filmes.

Music

Neste primeiro momento, o Music estará na fase Beta e disponível apenas nos Estados Unidos. Ele permitirá que os usuários guardem sua biblioteca de músicas na nuvem, e ouçam-nas no computador, smartphone ou tablet com sistema operacional Android.
Para realizar o upload nos servidores do Google, será necessário instalar um aplicativo para computadores Windows e Mac OS X. O gerenciamento de músicas e criações de listas poderá ser realizado através do próprio navegador. Segundo o Google, as músicas ouvidas recentemente pelo usuário são armazenadas de maneira temporária no dispositivo onde foram tocadas.

 Aluguéis de filmes no Android Market

Outro anúncio feito pelo Google é a possibilidade do usuário alugar filmes através do Android Market e assisti-los em smartphones ou tablets. Os valores ficarão entre 1,99 e 3,99 dólares. O prazo para assistir aos filmes alugados será de 30 dias. Caso aperte "play" e comece a assistir ao vídeo, deverá terminar em até 24h.
Para realizar o upload nos sevidores do Google, será necessário instalar um aplicativo para computadores Windows e Mac OS X. O gerenciamento de músicas e criações de listas poderão ser realizados através do próprio navegador.
Segundo o Google, as músicas ouvidas recentemente pelo usuário são armazenadas de maneira temporária no dispositivo onde foram tocadas. 

Nova versão do Android

O Android ganhará uma nova versão, batizada de Ice Cream Sandwich. Será compatível tanto com smartphones, quanto tablets. Atualmente, existem duas versões: Honeycomb para tablets e a Gingerbread para telefones.

Segundo o Google, o "Ice Cream Sandwich" irá estimular a criação de aplicativos adaptados aos diferentes gadgets do mercado.

Fonte: http://www.superdownloads.com.br/materias/google-confirma-rumores-anuncia-servico-music-na-i-conference.html#ixzz1M3B8VhiN

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Dual-core Moto Milestone 3 expôs-se ao novo público

Codinome Solana Dual-core Moto Milestone 3 expôs-se ao novo público


Motorola está sempre gosta de lançar vários seguimento versões para o seu modelo clássico. Uma vez que as duas gerações de sua série Milestone ter sido recebido pelo público, não é dúvida para a Motorola para lançar a versão atualizada novamente. A foto do Moto Droid 3 expôs no mês passado, e agora é a presença mais uma vez através do Teste de Qualificação BlueTooth.

Codinome Solana
Embora a máquina real de 3 Moto Droid ainda não foi revelado na Qualificação BlueTooth teste desta vez, trouxe-nos algumas informações importantes, por exemplo, o nome de código é "Solana" e o modelo futuro deste telemóvel é XT 862 .
Um monte de mídias já considerou que esta era realmente Moto Droid 3 e ficaram bastante surpresos com o método totalmente diferente da definição deste telefone de outros telefones Droid. Por uma questão de fato, o que é aprovado pela Qualificação BlueTooth desta vez é a versão GSM do Droid 3 Milestone 3.
Processador de núcleo duplo TI
Exceto para a confirmação do modelo do telefone e identidade, como o sucessor do Moto Milestone 2, Moto XT862 introduzirá processador dual-core. Por outro lado, de acordo com as últimas notícias este telefone não emprega Nvidia Tegra 2 processador dual-core, mas continua a usar a TI OMAP produto. Comparado com os outros telefones, ele aproveita a multi-core OMAP novíssima plataforma de aplicação 4, que fez uma grande melhoria no desempenho geral.
De acordo com os dados relevantes, TI OMAP 4 plataforma adota a tecnologia de 45 nanômetros, com chip dual-core do processador Cortex-A9 MPCore, incorpora com motor gráfico PowerVR SGX540, prevê ISP para uso exclusivo, suporta a gravação Full HD 1080p e reprodução, e as excelentes A tecnologia de gerenciamento de energia pode suportar 10 horas de reprodução de vídeo HD 1080p.
De 4 polegadas Touch Screen QHD
Motorola Droid série e séries Milestone são diferentes uns dos outros em suporte de rede e similares uns aos outros na configuração de hardware. Assim, as especificações do Motorola Milestone 3 será idêntico ao Droid 3. Ou seja, o ecrã táctil de 3,7 polegadas WVGA será atualizado a 4 polegadas QHD (960 * 540), de modo a atingir o nível mais alto do smartphone atual.
Motorola Milestone 3 também adota o projeto teclado deslizante QWERTY e é mais fino que o anterior duas gerações. prensas O teclado aumenta de 4 linhas para 5 linhas para que a entrada de texto será mais fácil. Além disso, a HDMI é adicionado a um lado do corpo do telefone, os usuários podem reproduzir vídeos HD em outros aparelhos através da conexão de linha.
Câmeras duplos, equipados
Motorola Milestone 3 também vai adoptar a configuração da câmera dupla. A frente virada para os usuários da câmera para obter garantias de chamadas de vídeo através da rede de alta velocidade. A lente principal na parte de trás será atualizado a 8 milhões de pixels e possui as funções de LED piscando luz e focagem automática, gravação de vídeo suporta 1080p e jogar.
Enquanto isso, a máquina também irá fornecer Mirror Mode, que permite vídeo HD TV playable no telefone celular e faz vídeo de telefone playable em TV LCD por vinculação com o conector HDMI novo agregado.
Lançamento em Maio
Quanto às outras funções, a Motorola Milestone 3 é similar a outros modelos: suporta GPS de navegação, de 3,5 mm interface fone de ouvido, conexão WLAN, Bluetooth, memória de massa, etc Ainda não está claro se ela suporta 4G rede.
Embora o dia de lançamento exata não foi revelada, provavelmente é para fazer uma estréia em maio. Vamos esperar e ver até lá!

Satélite do Google ajuda a proteger florestas

O Google revelou na quinta-feira(2) uma tecnologia para ajudar a criar confiança entre países ricos e pobres sobre projetos criados para proteger as florestas tropicais do planeta, de acordo com a Reuters.
A medição do sucesso de planos contra desmatamento em lugares como Amazônia, Indonésia e Congo sempre foi uma tarefa difícil por causa de doenças de árvores, corrupção e corte ilegal de madeira em áreas vastas e remotas que não podem ser monitoradas em terra por cientistas.

O futuro desses planos é importante para as negociações sobre o clima global em Cancún, que acontecem até 10 de dezembro, porque a destruição das florestas é responsável por até 17 por cento das emissões de gases causadores do efeito estufa produzidos pelo homem.
A tecnologia do Google, chamada de Earth Engine, reúne grandes quantidades de imagens de florestas feitas por satélites dos Estados Unidos e França que são analisadas em centrais compartilhadas de processamento de dados por meio da tecnologia de computação em nuvem. O sistema permite que cientistas monitorem florestas a partir de seus próprios computadores em questão de minutos ou segundos em vez de terem de esperar horas ou dias.
O Google também quer vender, eventualmente, acesso aos aspectos avançados da ferramenta para operadores do mercado de créditos de carbono, autoridades e pesquisadores da área florestal.
Acordos globais entre nações para proteção de florestas têm sido retardados pela falta de transparência e fracasso com os Estados Unidos para aprovação de uma legislação climática que teria impulsionado o mercado global de crédito de carbono.
Mas os negociadores em Cancún acreditam que as conversas poderão avançar sobre um plano mundial chamado de Emissões Reduzidas a partir de Desflorestamento e Degradação (Redd, na sigla em inglês), no qual países ricos financiariam recursos para países pobres e em desenvolvimento para a ajudar na proteção e restauração de florestas.
O Google espera que sua ferramenta ajude a acelerar a cooperação para a instituição do Redd.
“Como uma nação doadora consegue um nível de conforto sobre o que está sendo registrado em projetos de proteção florestal é realmente o que está acontecendo?”, disse Rebecca Moore, gerente do Earth Engine durante as negociações do clima promovidas pela ONU.
“O que é legal sobre o ambiente de computação em nuvem é que tanto países doadores como em desenvolvimento têm agora as mesmas ferramentas e os mesmos dados” para analisar evidências sobre a eficácia de projetos de proteção, afirma Rebecca.
Estados Unidos, Japão, Noruega e outras nações ricas prometeram nas negociações do clima do ano passado, em Copenhague, 3,5 bilhões de dólares para financiar o desenvolvimento do Redd, cifra que poderá crescer no futuro.
Gerry Steinlegger, um especialista suíço que trabalha para o World Wildlife Fund, disse que ferramentas mais poderosas de análise por satélite cortam dramaticamente os custos de monitoramento de florestas em terra. Ele afirmou ainda que as ferramentas deverão ajudar países a confiar uns nos outros e a trabalharem juntos.
“No final, é disso que se trata as negociações globais do clima: como monitorar e verificar o que está acontecendo em termos de emissões e esse projeto fornece consistência.”
A Google.org, unidade filantrópica da gigante das buscas online, vai doar 10 milhões de horas de computação do Earth Engine para países em desenvolvimento nos próximos dois anos enquanto o mundo tenta chegar a um acordo que vai suceder o Protocolo de Kyoto sobre aquecimento global

domingo, 1 de maio de 2011

Energia Solar em Residencias

energia
B. D. Colen

Muita gente dizia que nossos planos não dariam certo porque o investimento era muito alto — Lynn Jurich

solução

Um lugar ao sol

Há quatro anos, Lynn Jurich deixou uma carreira no mercado financeiro para fundar a Sun Run, que vende energia solar para residências. Desde então, a empresa quadruplica a cada ano

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Nos últimos anos, a energia solar surgiu como uma espécie de panacéia ambiental. Os raios solares são uma fonte praticamente inesgotável, com pequenos impactos ambientais. Seria o melhor dos mundos se já existisse uma forma barata de captar esse tipo de energia. Não é o caso. A energia solar é cara — tanto que poucos entre os consumidores mais ricos do mundo, os americanos, estão dispostos a investir até 60 000 dólares para instalar os painéis que transformam os raios solares na energia que faz suas casas e empresas funcionar. "O investimento inicial ainda afasta boa parte da população da energia solar", diz a americana Lynn Jurich, de 31 anos. "Pouca gente quer pôr a mão no bolso para diminuir a conta de luz no longo prazo."

Lynn vem tentando reduzir a distância entre as boas intenções com o meio ambiente e a disposição de pagar a conta. Há quarto anos, ela deixou um emprego no Mercado financeiro para fundar a Sun Run, empresa da Califórnia que vende energia solar para residências. Lynn criou um modelo de negócios que reduz muito o valor necessário para gerar eletricidade a partir do sol. A empresa instala painéis solares em casas e condomínios de graça ou por um preço simbólico — em torno de 1 000 dólares por residência. Em troca, os clientes comprometem-se a comprar a energia gerada em seus telhados por 20 anos. Na prática, a Sun Run financia os painéis para os clientes, que pagam na tarifa.

O interesse pelo mercado de energia renovável surgiu quando Lynn cursava faculdade de economia, no final dos anos 90. Foi quando ela e o colega Edward Fenster, hoje seu sócio, conceberam um modelo parecido com o que puseram em prática na Sun Run. "Muita gente dizia que nossos planos não dariam certo porque o investimento necessário era muito alto", afirma Lynn. Hoje, a Sun Run tem painéis instalados em pouco mais de 10 000 casas nos Estados Unidos. Esses clientes proporcionaram re ceitas estimadas em 4 milhões de dólares em 2010 — mas a empresa vem quadruplicando de tamanho a cada ano desde sua fundação. Apesar do crescimento, a Sun Run ainda não consegue sustentar sua expansão só com os resultados da venda de energia. Porém, os contratos de longo prazo com os consumidores e o potencial de crescimento da empresa têm atraído investidores.

Fundos como o Sequoia Partners, um dos maiores dos Estados Unidos, já aplicaram mais de meio bilhão de dólares no negócio. "Acredito que a Sun Run possa ser uma das mais importantes geradoras de eletricidade americanas daqui a 20 anos", afirma Lynn. O cenário é favorável. Em janeiro, o presidente americano, Barack Obama, anunciou um programa de financiamento a empresas que desenvolvam tecnologias para produzir energia limpa. Nos próximos anos, 80 bilhões de dólares serão destinados a esse tipo de negócio no país. A Sun Run parece estar numa posição privilegiada para aproveitar a onda de crescimento. "A grande barreira para expandir o uso da energia solar é o preço dos equipamentos", diz Cristopher Vlavianos, fundador da Comerc, empresa brasileira que atua no mercado livre de energia e que acompanha as tendências do setor elétrico. "A solução encontrada pela Sun Run torna essa tecnologia muito mais acessível."

O DINHEIRO QUE VEM DA LUZ Como funciona o modelo de negócios da Sun Run
1 - Equipamento grátis A Sun Run fornece o sistema de painéis solares sem custos para o cliente, que
paga apenas uma taxa pelo uso da energia gerada nos telhados.

2 - Preços abaixo do mercado A tarifa é 15% menor que a média cobrada no mercado de energia elétrica —
e não será reajustada pelo período de 20 anos do contrato.

3 - Economia premiada O cliente que não utiliza toda a energia gerada em sua residência recebe créditos. O excedente pode ser repassado a outro consumidor.

Lições de vida

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