quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Quão longe vai o seu futuro?

A dica de hoje foi dada por Seth Godin através de seu blog.
Vamos fazer um experimento de pensamento:
Um disco voador vem até a Terra, destrói uma grande cidade pra chamar nossa atenção, depois anuncia que dali 10.000 anos vai voltar pra destruir a Terra toda. Pra eliminar qualquer dúvida, ele vai lá e explode Marte.
Assuma por um momento que você acredita na ameaça e que não há nada que nós possamos fazer sobre isso…
Pergunta: como que o fato de você saber que o planeta vai desaparecer em 10.000 anos mudaria seu dia normal?
Ok, agora a mesma história, mas daqui 1.000 anos dessa vez.
Você pode provavelmente adivinhar até onde isso vai. E se fosse daqui a 20 anos? Se fosse daqui a 20 anos, como isso mudaria as coisas?
A maioria de nós assume um único raio de alcance como foco para o que importa pra nós. E isso normalmente é até a próxima esquina, ou até mais perto. É esse o lugar que você quer ter como foco pra sua marca ou pro seu negócio ou pra sua vida?
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Dicas para ser encontrado na internet

A dica de hoje foi dada por Augusto Campos no blog Efetividade.net
Como melhorar o SEO? Seguem algumas dicas importantes para ser encontrado na internet:
  • Disponibilize conteúdo inédito e de boa qualidade: isto é o que faz a Internet girar, e é o item para o qual sempre há demanda: um bom artigo ou uma boa história, inéditos (não necessariamente exclusivos) e bem escritos. Escreva conteúdo original e bom, e os autores de outros blogs e sites vão querer linkar para você mesmo que você não peça e nem os avise. No começo, claro que você vai ter de recorrer a outras das estratégias para que eles fiquem sabendo que seu blog existe, e passem a acompanhá-lo.
  • Escolha a hospedagem e as ferramentas certas: pense bem antes de hospedar seu blog em provedores públicos como o Blogger e similares – eles são muito bons para diários pessoais e pequenos projetos, mas podem não acompanhar as demandas do seu crescimento.
  • Ofereça antes, não peça. A melhor forma de fazer o seu nome e seu link saírem da obscuridade em direção ao sucesso é oferecer algo que o público esteja procurando, e antes que alguém mais o faça. O conceito de exclusividade de informação é estranho à Internet, mas consistentemente ser o primeiro a divulgar uma informação quente, ou escrever um tutorial sobre um tema inédito, é uma forma segura de ser notado, e atrair links naturalmente, sem ter de pedir a ninguém. Se você não fizer poeira, come poeira, como diria o Ricardo Semler – e se você não tiver conteúdo inédito, terá que se esforçar bastante para encontrar algum outro valor que o substitua, como a amplitude ou profundidade da cobertura.
  • Usar os diretórios e agregadores públicos: sites como o BlogBlogs, Rec6, Planet*, Technorati, Yahoo, Del.icio.us, Google Reader, Dmoz e muitos outros têm suas próprias maneiras para você se inscrever, notificar sobre seu conteúdo e manter atualizados os links e descrições para o seu blog. Tire proveito disso, e sempre leve em conta que os sites de busca consultam vários destes índices e incluem os dados deles na hora de calcular o score do seu blog.
  • Procure e mantenha parcerias e links cruzados: se você tem vários sites ou blogs, não deixe de regularmente publicar links entre eles. E sempre que surgir a oportunidade de uma parceria com outro site de conteúdo similar ou complementar ao seu, avalie com atenção. De modo geral, vale a pena fazer parcerias de links cruzados, mas não é desejável fazer isto a qualquer preço, ou com qualquer site.
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Para se aprofundar ainda mais no assunto, recomendo o post: A nova fase do SEO.
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Dicas para ser encontrado na internet

A dica de hoje foi dada por Augusto Campos no blog Efetividade.net
Conseguiu melhorar seu SEO? Seguem mais algumas dicas importantes para ser encontrado na internet:

  • Não trate seu blog como ilha, nem seus links como tesouros: publique links para conteúdo externo sempre que julgar relevante, mesmo que não tenha nenhuma garantia de que vai receber um link em retribuição. No mínimo, você vai estar facilitando a vida dos seus usuários (quem não odeia ler uma notícia em um portal e não ter o link para o site original que a publicou?), e há grande chance de que a retribuição aconteça.
  • Não seja você mesmo uma ilha em seu blog: participe em outros blogs, fóruns, revistas, jornais e serviços on-line, converse com seus autores, divulgue o trabalho deles, comente, sugira e atue. Não faça isso esperando recompensas imediatas, e nunca tente disfarçar de comentário uma propaganda sua. O retorno é natural e sempre maior do que o esforço que você teve, se a sua atuação tiver sido sincera.
  • Estimule os comentários: comentários freqüentes nos posts são um atrativo importante, e também ajudam a gerar uma atmosfera de popularidade. Comentários são um fenômeno que se auto-sustenta se o seu conteúdo for suficientemente atualizado, mas às vezes é difícil fazer com que eles comecem a surgir. Uma dica, se o seu blog não for um projeto individual, é que os mantenedores se habituem a comentar (com conteúdo ou questionamentos relevantes, e não apenas elogios) os posts uns dos outros. Quem clicar para ver os comentários existentes já estará quase fisgado para deixar os seus, também. Outra dica é incluir uma pergunta instigante, ou um convite à complementação pelos leitores, no final do post.
  • Acompanhe as estatísticas: todo provedor de hospedagem minimamente decente oferece estatísticas sobre os acessos ao seu site, e você pode complementá-las muito bem com sistemas gratuitos como o Google Analytics ou mesmo com a instalação de softwares adicionais. Saber o que as pessoas estavam pesquisando no Google quando chegaram ao seu site, ou de que outro site elas vieram, qual o formato das telas delas, em que horários e dias da semana elas vêm mais frqüentemente, quais os artigos mais vistos por elas e várias outras informações é essencial para que você saiba o que está dando certo, e possa maximizar o retorno dos dias da semana, horários e palavras-chave mais fortes.
  • Assim que puder, anuncie: Se o seu site exibe anúncios, leve em conta que depois de atingir um certo volume de faturamento, com certeza vale a pena reservar uma parcela dele para publicar anúncios do seu ptóprio site em serviços como o Adwords do Google, ou em portais nacionais. Eu reservo 5% do meu faturamento mensal com banners para isso, e não me arrependo – o retorno é visível, ainda que não imediato.
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Perdeu a Parte 1? Então recomendo dar uma olhada: Dicas para ser encontrado na internet – Parte 1
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

As vantagens e os riscos do home office

As vantagens e os riscos do home office

É possível obter ganhos econômicos e em produtividade para empresas e profissionais; mas é preciso estar atento à organização e à rotina de trabalho

Se todos os norte-americanos com potencial para trabalhar em casa adotassem o home office, o governo dos Estados Unidos economizaria algo em torno de US$ 14 bilhões e as empresas mais de US$ 260 bilhões. Os dados, levantados pela pesquisa Undress for Success – The Naked Truth about Working From Home, revelam que, embora 33 milhões de norte-americanos tenham interesse de trabalhar em casa, apenas seis milhões adotam essa modalidade de trabalho atualmente.

Assim como indicado em outras pesquisas, as empresas ganhariam, ainda, em produtividade. Pelo menos é o que afirma a enquete realizada com os visitantes do site da empresa Citrix Systems, na qual 77% das pessoas acreditam ser mais produtivas quando trabalham fora do escritório e 21% apostam que a produtividade é igual e os 2% restantes das pessoas se sentem mais produtivas dentro do escritório.

Quando o assunto é teletrabalho, a realidade brasileira não é muito diferente, conforme indicou pesquisa realizada em 2009 por alunos do último ano do curso de administração da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado).  Para os 72 profissionais que haviam adotado o home office, em diversas cidades, a modalidade ainda não é estimulada pelas empresas e pelo governo.

A falta de amparo legal foi a principal evidência sinalizada pelos profissionais que, na maioria, não possuem o contrato formal de trabalho. Para Anderson Costa – jornalista que mantém o site Movebla, com conteúdo especializado em home office –, o principal entrave à ampla adoção desse formato é a própria legislação trabalhista e a resistência das empresas em adotar o modelo.

“Existe um projeto de lei em tramitação na Câmara para regular o teletrabalho, uma vez que nossa lei prevê o formato, mas não o detalha nem dá resguardos ao trabalhador”, afirma.

“A maioria das empresas ainda acredita ser melhor manter os funcionários concentrados em um lugar só, como em um grande pólo de trabalho no centro da cidade, esquecendo de avaliar que esta solução incha as grandes cidades e os meios de transporte”, lamenta.

Validando entregas

Muitas atividades podem ser beneficiadas com o home office, especialmente aquelas cuja a produtividade dependa diretamente da tecnologia ou profissionais que dispensam estrutura física de trabalho, como os de comunicação, engenheiros e consultores.

No entanto, o controle sobre a produtividade dos funcionários que não trabalham dentro da estrutura física da companhia deve ser feito a partir das entregas realizadas. “O teletrabalho exige monitoração maior da empresa e é justo que ela observe como estão sendo feitas as entregas e em quantas horas, adotando sistemas de controle online, por exemplo”, afirma Costa.

Uma estratégia, inúmeras possibilidades

Algumas empresas que já adotaram o home office como modalidade têm relatado ganhos decorrentes dessa estratégia. É o caso da IBM, que aplica um modelo de teletrabalho misto, em que o profissional escolhe os dias em que prefere ir ao escritório. A modalidade é usufruída por cerca de 10% dos funcionários da companhia.

Em outras organizações, como a DuPont, o profissional pode trabalhar em casa e fazer uso de licenças não remuneradas para fins de estudo ou para aumentar o período da licença maternidade. Eles têm, ainda, a flexibilidade de adaptar os horários de trabalho conforme as suas necessidades.

Na empresa de telefonia Ericsson, o projeto ainda é comedido no formato. Cerca de 500 profissionais podem trabalhar em casa pelo menos uma vez por semana e a empresa visa estimular a produção dos funcionários sem com isso aumentar a emissão de CO².
Dicas para criar e tornar produtivo o escritório em casa

Embora, na opinião de Costa, seja importante respeitar as preferências individuais ao organizar o espaço e a rotina de trabalho em casa, algumas dicas podem ajudar a dar os primeiros passos. Confira:

1 – Escolha do ambiente de trabalho
•    Reserve um espaço exclusivo para o trabalho, preferencialmente um cômodo separado do restante da casa.
•    Dessa forma, as demais pessoas conseguem entender que você está, efetivamente, trabalhando e não de folga.
•    Não deixe de pensar na melhor maneira de iluminar, ventilar, decorar e mobiliar o espaço.

2 – Móveis e equipamentos
•    Não improvise. O ideal é contar com móveis de escritório, com armários e gavetas que facilitem a organização.
•    Computador, telefone e impressora devem estar instalados adequadamente.
•    Recursos de comunicação, como messengers e redes sociais, também podem ser extremamente úteis para a produtividade.

3 – Horários
•    Não abuse da flexibilidade de horários e procure adequar a rotina para o horário comercial. “É mais comum a todos e não deixa você passar a noite trabalhando e esquecer da família e do lazer”, lembra Costa.
•    É essencial também respeitar os horários de alimentação, sem cair na tentação de assaltar a geladeira ou até mesmo pular as refeições.
•    Com a devida organização é possível, inclusive, pensar em formas mais saudáveis de se alimentar.
BENEFÍCIOS X RISCOS
Confira as vantagens e riscos do trabalho à distância tanto para a empresa quanto aos profissionais.

Para a empresa 
Benefícios
- Economia de espaço físico e de infraestrutura para abrigar os funcionários
- Eliminação das despesas com locomoção e alimentação fora de casa
- Funcionários mais independentes e, consequentemente, criativos
- Possibilidade de reduzir custos com empregados e encargos sociais
- Redução nos custos dos serviços – com melhoria da qualidade
- Otimização das atividades realizadas
Riscos
- Perda do contato direto com o trabalhador e menor controle sobre sua produção
- Perda das relações humanas – especialmente quando há muitos empregados trabalhando no regime à distância.
Para o profissional
Benefícios
- Flexibilidade de horários de trabalho
- Mais conforto ao trabalhar e ao escapar do trânsito
- Maior proximidade com a família
Riscos
- Além dos citados acima com relação à empresa, maior tendência à dispersão provocada pelo fato de estar em casa. Exemplo: geladeira, TV, outras pessoas da família, cachorro latindo, tarefas domésticas etc.
Portal HSM
15/08/2011
Fontes consultadas: workawesome, Go home, Movebla.
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Home sweet office: uma tendência da era pós-industrial?

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Seja influente

Malhotra: Seja influente

Conheça os poderosos princípios da influência apresentados por Deepak Malhotra
Ao aprofundar sua exposição sobre como é possível influenciar pessoas e, com isso, chegar a um resultado mais favorável em uma negociação, Deepak Malhotra, coautor de Negotiation Genius, explicou que as pessoas, mais do que gostarem de ganhar, não gostam de perder. Além disso, afirmou que não podemos ser tímidos ao expressarmos o que desejamos.
Uma empresa de energia elétrica constatou esse princípio ao modificar sua argumentação, o que resultou em mais vendas de serviços de isolamento residencial. Os representantes da empresa vão de porta em porta e dizem que estão oferecendo auditoria gratuita nas instalações e uso de energia. Depois de feito o trabalho e mostrados os resultados, costumavam propor: "Se o senhor contratar o isolamento, vai economizar 'x' centavos por dia".
O novo argumento foi o seguinte: "Se você não isolar sua casa, vai perder 'x' centavos por dia". "O conteúdo é o mesmo, mas a linguagem difere. Nesse caso, foi ativada a aversão à perda", explicou Malhotra.
Outro fato útil para se ter em mente é que as pessoas tendem à opção intermediária. O palestrante trouxe o caso da venda de máquinas fotográficas. Quando apenas dois modelos eram oferecidos por uma loja, o modelo A, mais barato, vendia tanto quanto o B.
O objetivo era vender mais o modelo B, pelo qual se obtinha melhor margem. Pela abordagem tradicional da economia, poder-se-ia baratear a câmera B ou aumentar o preço da A, mas há uma terceira via, que é justamente introduzir um produto C, mais caro que ambos os demais. Isso elevou as vendas de B para 57%, reduziu as de A para 22% e as de C ficaram de 21%.
Malhotra concluiu: "Introduzir uma terceira opção, mais extrema, fez aumentar a probabilidade das pessoas escolherem a opção intermediária". É fácil observar a aplicação desse conceito em programas de doação de dinheiro, nos quais três valores alternativos são apresentados.
Sem medo de ousar
Ainda explorando os princípios da influência, o palestrante fez um alerta: "Nós nos censuramos em excesso durante uma negociação. Não pedimos algo num patamar alto, porque temos certeza de que o interlocutor do outro lado não aceitará. Precisamos, porém, criar espaço para levar para baixo nossas demandas".
Uma ONG norte-americana buscava recrutar voluntários para serem guias de jovens infratores em um passeio no zoológico. Eles explicavam às pessoas que a atividade consumiria três horas de um sábado e a taxa de conversão era muito baixa.
Mudou-se, então, a tática. O potencial voluntário era interpelado com uma proposta que exigiria maior dedicação, um comprometimento por três anos. Todos negavam o pedido. Em seguida, era perguntado à mesma pessoa se ela, então, doaria apenas três horas de um único sábado. Nesse caso, como a demanda baixou, mais pessoas aderiram ao voluntariado
"Portanto, é preciso começar a negociação com ofertas iniciais aspiracionais mais altas do que o que você quer de fato, para aumentar a probabilidade de obter um 'sim' quando reduzir o pedido", arrematou Malhotra.

Os 7 passos da jornada rumo ao sucesso.

A dica de hoje foi dada por Tom Peters em seu blog.
Você se encarrega das pessoas.
As pessoas se encarregam do serviço.
O serviço se encarrega do cliente.
O cliente se encarrega do lucro.
O lucro se encarrega do re-investimento.
O re-investimento se encarrega da re-invenção.
A re-invenção se encarrega do futuro.
(E em cada um desses passos, a única mensurável de sucesso é a Excelência).
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Não adianta começar sua jornada e desistir no meio do caminho. Recomendo o post: Sucesso é uma jornada contínua.
Você possui alguma dica de empreendedorismo que vale a pena ser compartilhada? Envie-a para: saiadolugar@empreendemia.com.br

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Pessoas que permanecem no ambiente corporativo como empregados, mas já sabem que ali não está o seu destino.

Este texto faz parte da coluna da Plataforma Brasil feito especialmente para os leitores do Saia do Lugar.
Esse texto tem endereço certo. É dirigido para aquelas pessoas que permanecem no ambiente corporativo como empregados, mas já sabem que ali não está o seu destino. Sentem que não nasceram para obedecer, tem dificuldades para seguir regras impostas por outras pessoas, e detestam jogos políticos ou fofocas de corredor.
Esse autoconhecimento ajuda muito, mas não resolve o problema. Antes da transformação ocorrer, além de um projeto viável, você precisará do mínimo de recursos para tirá-lo do papel, sem contar com algum meio de sobrevivência até que a nova empresa comece a gerar resultados.
Muitas vezes, o tempo entre a concepção da ideia (ou decisão de ser seu próprio chefe) e sua realização, pode superar as suas mais pessimistas expectativas.
Mas isso não é motivo para desistir (pode ter certeza, vale a pena).
Desta forma, independentemente da batalha que vai enfrentar para reunir os meios necessários e amadurecer o projeto (prepare-se eventualmente pode levar anos), alguma preparação pode ser colocada em prática imediatamente.
Trata-se, sobretudo, de uma questão de atitude.
Transformação
Foi pensando nisso que reunimos abaixo algumas dicas que podem ajudar você nessa transformação. Lá vai:
1- Fique atento a todas as oportunidades, informações e contatos que de alguma forma podem contribuir com o seu projeto.
2- Faça uma lista organizada dessas informações e “insights”.
3- Retome contatos antigos que eventualmente poderão oferecer alguma contribuição.
4- Tenha atenção especial com a sua rede de relacionamentos, ali podem estar presentes algumas soluções, oportunidades e até ameaças.
5- Se tiver alguém em vista para ser seu sócio ou parceiro estratégico, observe-o de longe.
6- No ambiente corporativo, evite comentar sobre os seus projetos. Isso pode atrair enorme resistência, ativar desafetos e até abreviar a sua permanência em uma fase na qual não pode prescindir do emprego, justamente por conta da grana que está guardando.
7- Faça tudo para ficar fora do jogo político corporativo. Ele toma tempo e geralmente não traz nenhuma contribuição.
8- Seja disciplinado e organizado com os horários. Com isso poderá contar com mais tempo livre para se dedicar a sua ideia.
9- Aprenda a guardar dinheiro, e comece a montar um colchão de segurança. Se possível viva com menos do que você ganha.
10- Observe na própria empresa onde trabalha, se não existem oportunidades de negócios para ex-funcionários.
11- Tenha coragem de perseguir os seus sonhos. Mas seja pragmático.
Boa sorte!
Gustavo Chierighini, da Plataforma Brasil
Para ler outros textos da coluna da Plataforma Brasil no Saia do Lugar, clique aqui.
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Se você está pensando em começar o seu negócio, não deixe de como fazer o primeiro planejamento que sua empresa precisará.