quarta-feira, 27 de julho de 2011

Paixão pelo o que faz.

A dica de hoje foi mandada por Rosabeth Moss Kanter no blog da Harvard Business Review.
Para saber se suas paixões correspondem às suas aspirações, tente responder
essas 12 perguntas:
  1. Eu me sinto seguro sobre a necessidade do que faço?
  2. Será que esta idéia se encaixa em meus valores, crenças e conviccões?
  3. Eu já sonhei em fazer algo deste tipo?
  4. Eu acredito que isto seja vital para o futuro das pessoas com quem me importo?
  5. Eu fico animado quando penso nisso, e consigo transmitir o entusiasmo quando falo sobre isso?
  6. Estou convencido de que isto pode ser feito?
  7. Estou disposto a colocar a minha credibilidade em risco, prometendo realmente agir sobre isto?
  8. Estou disposto a gastar  tempo para vendê-lo para outras pessoas que podem não entendê-lo ou apoiá-lo?
  9. Posso fazer disto o foco principal de minhas atividades?
  10. Estou disposto a dedicar tempo pessoal, além do tempo organizacional, para ver isto acontecer?
  11. Eu me sinto forte o suficiente para ignorar as dificuldades e lutar por isto?
  12. Estou comprometido a entregar isto, mesmo sendo longo e demorado o percurso?
Ir bem no teste da paixão não garante sucesso, mas sem ele, a jornada não pode nem começar!
–
Lembre-se que paixão é um dos 3 elementos que caracterizam o empreendedor.

Dicas para atingir suas metas.

A dica de hoje foi dada por Stephen Kersey em seu blog StartupSpark.
1. Você tem paixão pela ideia?
Esse é a primeira pergunta por uma razão, sem paixão é quase impossível começar um negócio de sucesso. Você precisa de motivação incondicional para ver seu negócio na infância, acompanhar o crescimento e finalmente a maturidade.
2. Você entende seu cliente-alvo?
Em qualquer negócio conhecer o seu cliente é extremamente importante. Se você não souber o que e quem é o seu alvo, você está atirando no escuro.
3. Você consegue cobrir os gastos iniciais?
Você pode ter a melhor ideia de negócio, mas se você não tiver como cobrir os gastos iniciais sua ideia não pode ajudar muito. Na verdade, você pode estragar sua sustentabilidade financeira pessoal tentando alcançar uma receita não-realista.
4. Você tem o conhecimento necessário?
Dependendo da área, falta de conhecimento pode ser fatal para uma empresa nascente. Se você não tem o conhecimento, você deve ter formas claras de ter pessoas no time com o know-how necessário.
5. Você terá tempo para se dedicar?
Nem todos podem largar seus empregos e focar no negócio próprio. Com isso em mente, a primeira pergunta é se você terá tempo para levar a ideia até o fim.

domingo, 24 de julho de 2011

Dicas para atingir suas metas.

A dica de hoje foi dada por Patrícia Wolff no blog Efetividade.net
  1. Divulgue sua meta, pois quando ela se torna pública o compromisso aumenta.
  2. Relacione com seus valores e propósito de vida. Por que ela é tão importante para você? O que você vai ganhar com isso?
  3. Estabeleça as ações para alcançar as suas metas.
  4. Minimize os obstáculos criando planos A, B e C.
  5. Monitore os progressos.
  6. Realize os ajustes necessários.
Agora é com você! Em que história você escolhe fazer parte?
–
Metas são fundamentais para uma boa organização pessoal. Para se aprofundar no tema, confira nossos slides sobre organização pessoal e gestão do tempo.
Para mais dicas que vão aumentar sua produtividade, assine nosso RSS ou siga-nos no Twitter: @empreendemia.


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Crowdfunding sustentável! Participe do primeiro projeto sustentável colaborativo do Brasil!

 Design Sustentável | Por: Guilherme Augusti Negri

Você algum dia já juntou uma grana com seus amigos para realizar uma festa em conjunto? Pediu para seus familiares uma força para te ajudar na realização de algum projeto pessoal? Ou então já participou de alguma famosa vaquinha para comprar algum presente para uma pessoa especial?
Então você sabe o que é crowdfunding.

Nada mais é do que a tradicional vaquinha, só que amplificada pelo poder de alcance da internet e das mídias sociais. O termo (do inglês crowd=multidão e funding=financiamento) se popularizou com o surgimento do site americano Kickstarter, que pegou emprestado o velho conceito de financiamento coletivo para criar uma plataforma online que conecta realizadores a colaboradores, com foco na realização de projetos criativos. Sim! Uma vaquinha virtual dedicada a produção de ideias criativas!
Este ponto de encontro virtual, inaugurado em 2009, já ajudou a tirar do papel mais de 7 mil projetos, financiados pelas mãos de mais de 500 mil pessoas, em um total de mais de 40 milhões de dólares. Uma revolução na forma como se financia cultura.
O funcionamento do site é bem simples: o autor da ideia inscreve seu projeto no site e diz quanto quer captar e em quanto tempo. Ele então ganha uma página pessoal na plataforma, onde pode comunicar sua proposta e se relacionar diretamente com o público. As pessoas que se interessarem em apoiar o projeto fazem apoios (os micro-patrocínios) e, em troca, recebem recompensas (não monetárias) do realizador. Se o projeto anunciado for um filme, por exemplo, os apoiadores podem receber cópias em primeira mão, ingressos para a pré-estreia, uma tarde na gravação, um jantar com o diretor. O que vale é a criatividade do criador ao inventar as recompensas, que variam em função do valor apoiado e da natureza do projeto.
O método de financiamento usado no Kickstarter, e em grande parte das plataformas existentes, é o tudo-ou-nada, no qual os projetos precisam ser 100% financiados no prazo determinado para que o realizador receba o dinheiro. Caso contrário, os apoiadores recebem a quantia investida de volta.
Mas calma! Falei dos Estados Unidos, do Kickstarter, da revolução, do mundo. E você deve estar se perguntando: o que eu tenho a ver com isso? Tem tudo a ver O Brasil está construindo um cenário rico e promissor nessa cena crowd mundial. Nós já somos um dos países com maior número de plataformas em andamento, temos o primeiro código open-source de crowdfunding do mundo, somos colaborativos por natureza e, acima de tudo, temos muitas mentes criativas dispostas a tirar do papel ideias inovadoras e, porque não, sustentáveis!


Crowdfunding e os projetos Sustentáveis

Muito legal, mas o que o crowdfunding tem haver com a sustentabilidade? Mesmo com esse tema na “moda” e com grande foco da mídia é super difícil conseguir financiamentos para projetos sustentáveis pelo fato de ser um novo mercado, sem definições e totalmente inovador. As empresas, os consumidores e os designers ainda engatinham na área e existem muitas indefinições. Isto cria uma barreira para investidores convencionais que enxergam este novo mercado como muito arriscado ou simplesmente não o veem como lucrativo e é por isto que muitos projetos bacanas e inovadores não conseguem sair do papel.
Então imagine-se como um designer com um produto maravilhoso, que solucionará um problema, ajudará as pessoas e o meio ambiente, do que você mais precisa? De apoiadores, de financiamento. Se as portas convencionais se fecham é hora de trabalhar com algo novo, é hora de inovar.
O crowdfunding surge como esta ferramenta de inovação perfeita para projetos de cunho social e ambiental, pois ele dá o poder para milhares de pessoas opinarem, debaterem e investirem em um projeto. É a maneira mais democrática e divertida de se criar um produto. Você descentraliza o poder de uma empresa, um investidor ou um grupo para milhares de pessoas e assim projetos que nunca seriam financiados convencionalmente passam a existir e beneficiar milhares de pessoas.
E isto é o novo consumo consciente, não se trata mais apenas de escolher qual produto se compra, mas escolher se um produto deve existir ou não.


Apoie primeiro projeto sustentável do Brasil. Corra faltam poucos dias!

Um dos projetos que me chamou a atenção, e que está na reta final (no dia 21 de junho o prazo de captação termina!!!) é o porta-laptop planificável, do pessoal da Fibra Design, do Rio de Janeiro. A Fibra é um estúdio de inovação em design e sustentabilidade. Em seu ateliê, eles pesquisam e desenvolvem novos materiais e produtos de baixo impacto ambiental.
Há pouco mais de 50 dias eles lançaram um desafio na rede: inserir no mercado o primeiro produto brasileiro financiado de forma colaborativa, por meio de uma plataforma de crowdfunding. O produto escolhido foi um porta-laptop planificável, produzido com materiais mais sustentáveis.
Segundo a própria galera da Fibra, o produto é bem simples, e não pretende ser a reinvenção da roda. Pelo contrário, o objetivo deles é honesto – desenvolver um porta-laptop 100% nacional, com fornecedores locais, que possa receber artes gráficas, e que seja planificável – pois assim ele pode ser transportado dentro do case do computador, facilitando ainda mais o seu uso.
Eu diria que o que está por trás dessa ideia não é a forma e a função do produto em si. Mas a história por trás dele, e a possibilidade de que, com o seu sucesso, mais designers se envolvam com o crowdfunding e com a causa da sustentabilidade. E percebam que existem alternativas – mais afetivas e colaborativas – para realizar suas ideias e contribuir para a mudança que queremos ver no mundo. Na esfera do micro mesmo. Micro-ações, micro-política, micro-patrocínios…
Vamos provar que é possível fazer diferente? Acesse o projeto no Catarse clicando aqui!
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Depois dos PCs, Bill Gates se propõe a reinventar os WCs


WASHINGTON — Anos depois de reinventar os computadores e criar os PCs, o magnata da Microsoft Bill Gates voltou sua atenção para os vasos sanitários.
A Fundação de Bill e Melinda Gates está investindo milhões de dólares em subsídios para desenvolvedores reinventarem o vaso sanitário, afirmou o diretor dos programas de água, higiene e sanitarismo da Gates Foundation, Frank Rijsberman, à AFP.
O objetivo é melhorar a saúde nos países em desenvolvimento dando um lugar higiênico e seguro às 2,6 bilhões de pessoas que não têm acesso a banheiros, ou têm que dividir um, disse Rijsberman em um discurso na conferência pan-africana de sanitarismo realizada na capital da Ruanda, Kigali.
No entanto, a Fundação Gates quer mudar a ideia de banheiro conhecida no ocidente - a descarga que consome vários litros de água desperdiçados no sistema de esgoto - porque não é uma solução viável nos países pobres.
"Nós precisamos reinventar o vaso sanitário. Precisamos desenvolver uma nova tecnologia que não desperdice água potável, que não jogue pelo ralo em encanamentos caros que desperdiçam muito dinheiro em estações de tratamento para tirar o coco da água", disse Rijsberman.
Para estimular a reinvenção do WC, a Fundação Gates, na 'AfricaSan conference' em Kigali, anunciou 42 milhões de dólares em subsídios para inovações em captura e armazenamento de dejetos, e para desenvolver maneiras de processar, como Rijsberman chama, o "cocô" em energia e fertilizantes.
"Nós precisamos aprender a não pensar no cocô como restos inúteis, mas em uma matéria prima que podemos reciclar ao custo de poucos centavos por dia", declarou.
A Fundação Gates espera que os investimentos em inovações sanitárias resulte em vários protótipos dentro de um ano, e que em três anos uma nova marca de vasos sanitários esteja disponível nos mercados dos países em desenvolvimentos, segundo Rijsberman.

Gestão de pessoas: como gerenciar recursos humanos no dia-a-dia

Aqui no Saia do Lugar falamos muito sobre como iniciar um negócio. Em recursos humanos, por exemplo, já falamos sobre como contratar e demitir pessoas. Dessa vez resolvemos passar algumas dicas para gerenciar seus funcionários no dia-a-dia:
Conhecer e se acostumar com os detalhes da “máquina” funcionando
O empregador deve prover meios para que um novo funcionário possa conhecer sua empresa, por exemplo treinamentos nas distintas áreas, reuniões com os atuais funcionários, leitura de documentos existentes etc. Após essa introdução, é preciso não só acompanhá-lo para que eventuais dúvidas sejam sanadas (o que é extremamente comum), mas também dar um tempo para que todo o processo seja digerido pela pessoa – com certeza depois disso sua produtividade aumentará consideravelmente (o tempo exato varia, mas pode chegar até 2 meses).
Definição e descrição dos cargos
Sempre mostre claramente a todos da empresa o que cada pessoa é responsável por garantir funcionando e/ou entregar. Isso ajuda não só a dinâmica interna de trabalho, fazendo com que menos coisas tenham que ser repassadas de uma pessoa pra outra, como também faz com que seja de conhecimento geral como funciona a cadeia produtiva da empresa. Além disso, essa clareza nas descrições de cargos e responsabilidades ajuda no alinhamento da organização como um todo através do reconhecimento próprio de cada funcionário no resultado final da empresa, ou seja, você proverá uma visão, um meio do funcionário pensar “fora da caixa” – ao contrário do que acontece na maioria dos casos, quando a pessoa não vê o porquê e, por isso, faz apenas o básico.

Administração de salários

Existem alguns critérios básicos para a definição de um salário: formação acadêmica, experiência, tempo de trabalho diário e média de mercado são os mais básicos. Porém, a adoção de critérios extras ligados à meritocracia, ou seja, aos resultados gerados/garantidos por esse funcionário podem ajudar não só ao aumento de produtividade geral, como também na motivação dos seus funcionários mais importantes e/ou produtivos. Tenha uma parcela do salário fixa, mas premie financeiramente por performance. Não exagere na definição do que é alta performance, caso contrário seu caixa pode não aguentar.

Quem é o resolvedor de problemas?

Por mais bem descritos que sejam os cargos na sua empresa, acontecerão problemas não-previstos e sem um responsável direto. E aí, quem é que resolve? Na maioria das pequenas empresas essa pessoa é o próprio dono, porém em vários casos pode ser que exista um gerente geral encarregado disso. Para o bem geral da nação e da resolução rápida dos problemas da sua empresa, tenha alguém de confiança para resolver os problemas quando você não estiver presente.

Abraços,
Luiz Piovesana (por um dia-a-dia mais funcional)

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Empresas se rendem ao uso de vídeo


Desafios de gestão de conteúdo associados ao streaming estão longe de serem simples.

Stacy Collett, da Computerworld/US
Quando os gerentes de TI pensam sobre o gerenciamento de conteúdo, tendem a associar a palavra a documentos, websites, intranets e portais colaborativos. Mas agora - graças à popularização do YouTube – o vídeo está emergindo como um dos recursos de conteúdo que a empresa terá para administrar.

"Cada vez mais os profissionais que lidam com informação vão assistir a vídeos no local de trabalho para fins de treinamento, assistência técnica e comunicação em tempo real com colegas e clientes", de acordo com um relatório recente da Forrester Research.

O National Naval Medical Center, em Bethesda, nos Estados Unidos, está totalmente alinhado com a geração YouTube. Os jovens pacientes militares que recebem todos os dias podem acessar vídeos e informações hospitalares sob demanda em TVs instaladas nos quartos do hospital ou em todo o campus. Médicos e enfermeiros podem assistir a vídeos de treinamento durante seus turnos em qualquer um dos 8 mil desktops espalhados pelos edifícios da instituição.

Os funcionários, que têm uma média de 31 anos, podem postar vídeos de festas de aniversário dos colaboradores dos departamentos e piadas na intranet, informações que podem ser administradas apenas pelo time da TI.

O CIO da instituição, Tony Thornton, diz que essa movimentação apenas faz com que o National Naval Medical Center acompanhe os tempos de hoje. "O vídeo é usado em outros meios de comunicação social e, da mesma forma, é usado aqui. Estamos levando informação aos nossos usuários."

"O vídeo tem sido utilizado para formação desde a Segunda Guerra Mundial. Mas a facilidade do YouTube, sua compatibilidade com outras plataformas e relevância têm chamado a atenção das empresas", diz Whit Andrews, analista do instituto de pesquisas Gartner.

Mas os desafios de gestão de conteúdo associados aos vídeos estão longe de serem simples. À medida que as empresas passam a entrar no mundo dos vídeos, surgem problemas como armazenamento e gestão do conteúdo.

Uma grande quantidade de fornecedores oferece ferramentas de gerenciamento de conteúdo dos vídeos, mas a gestão de armazenamento, controle de acesso à rede e segurança são tarefas relativamente novas para os departamentos de TI.

Gestão de streaming de vídeo é muitas vezes oferecido em silos. Assim, cada unidade de negócios administra os vídeos que vê ou usa. Mas as organizações mais maduras estão atribuindo a gestão de todos os vídeos para o departamento de TI, afirma o analista da Forrester, Phil Karcher.

Preocupações surgem nesse cenário. Entre elas se a infraestrutura de rede pode lidar com o tráfego de vídeo. Há também a questão da segurança: sem ela, vídeos proprietários podem vazar em domínios públicos. "As pessoas ainda estão usando webcasting internamente para reuniões e para estabelecer comunicações internas, e ainda externamente para fins de marketing e webinars”, diz Karcher.

Mas, felizmente, as organizações passaram a olhar com cautela para esse quadro e deram um salto no gerenciamento de conteúdo de vídeo. 

A Manhattan School of Music (MSM), conservatório de música internacional em Nova York, usa os sistemas de videoconferência de alta definição da Polycom e software de código aberto para realizar sessões de treinamento para estudantes.

"Temos mil horas de vídeos educativos, e agora estamos levando todo o material para o nosso servidor", diz Christianne Orto, diretor associado e diretor de gravação e de aprendizagem a distância. "A ideia é criar uma biblioteca virtual para nossos alunos para que possam continuar a formação por meio de vídeo”, pontua.

A MSM espera acrescentar 400 horas de conteúdo de vídeo em arquivos pesquisáveis a cada ano. Por enquanto, a companhia irá adicionar servidores na infraestrutura, mas "estamos pensando em uma solução de computação em nuvem", diz Orto.

É sabido que arquivos de vídeo consomem muita largura de banda, mas existem muitas maneiras de resolver esse problema. Andrews recomenda um modelo de entrega peer-assisted que permite que uma máquina em um escritório remoto sirva como veículo de transmissão para todas as máquinas do escritório.

Outra forma é gravar parte da transmissão com antecedência, distribuí-la nos locais necessários e depois fazer uma sessão de perguntas e respostas ao vivo, incluindo apenas o áudio com imagens ou slides.

A MSM comprou largura de banda de rede de seu vizinho, a Columbia University. As conexões de fibra óptica vão ajudar a lidar com o uso crescente da rede à medida que a oferta de vídeo aumenta, diz Orto.

O Naval Medical Center, que administra uma grande infraestrutura de vídeo da VBrick Systems, tem um backbone de 10GB e capacidade de enviar até 1GB para o desktop. Em horário de pico, a rede chega a registrar 25Mbps de tráfego. Mesmo com o aumento do uso esperado nos próximos doze meses, Thornton estima que usará apenas 30% da largura de banda disponível.

A Manhattan School of Music mantém um rígido controle sobre o conteúdo de vídeo por causa de questões de direitos autorais de música e os requisitos de permissão do estudante. A escola possui um arquivo público em seu site, enquanto uma intranet privada permite que os estudantes entrem com uma senha para recuperar vídeos para fins de treinamento. Para facilitar a busca, a escola usa o Drupal, software open source de gerenciamento de conteúdo, que permite que arquivos de estudantes com palavras-chave sejam facilmente localizados.

Assim como outros conteúdos, o vídeo pode causar problemas se um material confidencial se tornar público. No Naval Medical Center, Thornton está ciente dos desafios e perigos potenciais da hospedagem de conteúdo de vídeo, mas vai manter restrições mínimas, ao menos por enquanto, diz.

Olhando para o futuro, analistas afirmam que a criação de um sistema de gerenciamento de conteúdo sem incluir a capacidade de vídeo seria um grande erro. "As empresas devem aceitar o fato de que o vídeo é um elemento-chave para passar mensagens internas e externas", diz Andrews, do Gartner. Adotar essa estratégia é vital, acrescenta. Segundo ele, um departamento de uma empresa pode, por exemplo, postar vídeos no YouTube, tornando-os acessíveis aos empregados – e ao resto do mundo.