sexta-feira, 17 de junho de 2011

Coaching Online


Waleska Farias, consultora e Coaching de Carreira fala como a tecnologia pode ajudar no desenvolvimento profissional
Demandas de trabalho, agenda pessoal, pouco tempo, muito trânsito e um questionamento constante de como dar conta disso tudo é a equação perfeita para fazer da vida dos profissionais um tormento e empurrá-lo para o modo “piloto automático”.

Reciclar, empreender, integrar e produzir é o “default” do dia-a-dia daqueles que se dedicam à agenda corporativa. Mas como investir no desenvolvimento pessoal e profissional se as horas úteis já não comportam a quantidade de coisas a fazer?

A complexidade das relações de trabalho aumenta a pressão nos ambientes corporativos. Se não é a empresa é o chefe, se não é o chefe é o parceiro, se não é o parceiro é o colaborador, se não é o colaborador é o cliente. Muita demanda e tempo de menos. O preço é alto e custo benefício/benefício já não satisfaz. O resultado disso é uma alta carga de estresse.
Como as soluções advêm das necessidades, o processo de coaching executivo, acompanhando as tendências tecnológicas, aderiu à configuração do online e tornou-se uma valorosa ferramenta de suporte àqueles que buscam o autodesenvolvimento a lidar dos obstáculos da vida moderna.
Por meio das sessões via telefone ou skype, o coach em parceria com o cliente, realiza um mapeamento do estado atual alinhado ao que se quer conquistar, com foco no desenvolvimento de um programa “sob medida” que possibilite a realização dos objetivos esperados.
A metodologia usada é a mesma do coaching presencial, permitindo ao profissional evitar o desperdício de tempo e o custo com o deslocamento até o local do atendimento.  Os horários são flexíveis e podem ser agendados conforme a conveniência do coachee, mesmo que esteja em outra localidade, pois os contatos são virtuais. 
Falta de tempo e trânsito complicado já não são empecilhos para àqueles que querem efetuar mudanças e conquistar seus objetivos. Profissionais que têm a oportunidade de vivenciar um processo de coaching desenvolvem novas habilidades e tornam-se melhor preparados para lidar com as demandas de seus gestores, pares e colaboradores, contribuindo diretamente para a melhoria das relações nas empresas.
Uma abordagem integral do coaching considera o que o profissional quer, considerando quem ele é, e além de envolver aspectos convencionais da gestão de carreira, estabelece um plano de transformação pessoal, pela aquisição de um maior nível de conhecimento e consciência das expectativas e necessidades envolvidas no processo.
A forma mais eficaz de conseguir o que você quer é saber o que você, realmente, quer. E quanto mais claros seus objetivos, mais rápidas manifestam-se as conquistas. O coaching executivo propicia ao profissional uma melhor compreensão dos seus propósitos, valores e competências, ajudando-o a perceber como suas reações exercem influência direta no seu contexto profissional.
A tecnologia conspira a favor. Seja para uma atuação mais abrangente ou a realização de algum objetivo específico, permita-se sair do piloto automático e dar seu salto de qualidade. O autodesenvolvimento é o caminho.
Waleska Farias (Coaching, Gestão de Carreira e Imagem - www.waleskafarias.com)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Os 10 passos iniciais para se tornar freelancer 16 Jun, 2011 1 Comentário Por Luciano Larossa, autor convidado. Trabalhar como freelancer não é fácil. Muitas pessoas optam por este modo de vida com o objetivo de não terem um horário fixo, de poderem viajar o tempo todo ou poderem acordar a qualquer hora do dia. Tenho uma má noticia: a vida de freelancer não é só benefícios. É preciso muito trabalho para se tornar um freelancer de sucesso. Diria que é necessário até trabalhar mais do que quando se tem um chefe dando ordens o tempo todo. Um freelancer necessita de ser bastante proativo, rigoroso nas suas contas diárias e procurar sempre mais e melhor para o seu trabalho. É um trabalho que envolve muita luta diária. Um dos grandes problemas de quem inicia a sua carreira de freelancer é o fato de não saber quais são os primeiros passos que deve dar para conseguir afirmar-se neste mundo. Mas para isso preparei este artigo. Neste post vou lhe dar os 10 passos iniciar que deve dar para se tornar freelancer. Contudo, alerto-lhe para uma coisa: saber o que fazer não é sinónimo de sucesso. Este guia com certeza irá ajudá-lo muito, mas tudo irá depende da sua capacidade de sacrifício, disciplina pessoal e paciência que tiver com o seu projeto. 1. DEFINA A DIVISÃO DO SEU TEMPO Quem começa a carreira de freelancer tem duas hipóteses: trabalha a part-time ou a full-time. Esta opção vai condicionar o seu trabalho daqui para a frente, tendo que lidar de maneira diferente com cada uma das opções. Vamos analisá-las: Part-time: Se tomou esta opção, significa que prefere não largar o seu emprego. Na minha opinião, é mesmo a opção mais segura. Isto porque continua com rendimentos fixos todos os meses e não sentirá tanta pressão em conseguir os primeiros resultados com o seu projeto. Contudo, necessita de ter consciência que os progressos serão mais demorados. Full-time: Você pode tomar esta opção por escolha pessoal ou porque está desempregado. Este é a forma como o seu negócio irá crescer mais depressa. Tem mais tempo para se dedicar e o seu trabalho de freelancer irá sentir isso. Os clientes aumentam mais rapidamente e tem mais tempo para trabalhar a qualidade dos seus produtos/serviços. Apesar de todos estes benefícios, esta opção cria a necessidade de retorno imediato, principalmente na parte financeira. Qualquer que seja a opção, terá que ter consciência da escolha que tomou e adaptar o seu trabalho a isso. Não adianta querer que o negócio cresca rapidamente quando trabalha neles apenas a part-time, por exemplo. Defina uma estratégia e siga em frente. 2. ESCOLHA O SEU PROJETO DE FORMA CORRETA Uma pergunta que deve fazer a si antes de começar a trabalhar como freelancer é a seguinte: eu gosto mesmo daquilo que vou fazer? Digo isto porque muitas pessoas optam por iniciar a sua carreira nesta área apenas porque está na moda ou está a dar muito dinheiro. O importante, quando escolher o que vai fazer do seu futuro, é saber se está a fazê-lo por gosto. Só assim conseguirá aguentar a pressão e a dedicação que este trabalho exige. Se os seus motivos forem superficiais, em poucos estará a desistir do seu trabalho. Agarre-se a um projeto que lhe dê gosto e não se preocupe muito com a parte financeira. Quem é bom no que faz mais tarde ou mais cedo vê os resultados. 3. CRIE ALGO DIFERENTE Principalmente na internet, vê-se blogueiros a criarem autênticas cópias de outros blogs apenas porque eles fizeram sucesso. “Se eles têm este modelo de negócio e dá certo, eu também posso ter”. Esqueça isso. Nunca ninguém teve sucesso apenas a copiar outros. Quando decidir iniciar a sua carreira de freelancer, opte por acrescentar algum valor ao mercado. Crie algo inovador. Alguém acredita que o Facebook ou o Twitter poderiam dar certo? Só os seus criadores no primeiro dia acreditaram nisso. Mas não se basearam em ninguém. Viram que existia uma necessidade na sociedade e tentaram colmatá-la. Veja o que as pessoas querem e crie algo para eles. Ninguém quer mais do mesmo. 4. PREPARE-SE FINANCEIRAMENTE Como disse anteriormente, trabalhar como freelancer exige muita disciplina financeira. Você precisa saber gerir bem o dinheiro que entra e sai, mas principalmente não confundir os rendimentos do seu trabalho com o dinheiro pessoal. Aconselho que defina um salário mensal e o resto das contas guarde-as para o seu negócio. Saber quanto vai receber por mês, dá-lhe uma base importante e faz com que o valor que ganha todos os meses não ande sempre a oscilar. Além disso, tenha cuidado para ter sempre uma poupança, para que possa se precaver em períodos que tenha menos clientes. 5. DEFINA UM HORÁRIO DE TRABALHO Sem chefe, é muito fácil você perder a noção do seu horário de trabalho e facilmente começar a trabalhar apenas de madrugada, a não ter horário para refeições ou a deixar de parte a sua vida social. Para que isso não aconteça, defina um horário de trabalho. Funcione exatamente como se fizesse parte de uma empresa. A única vantagem é que se quiser começar a produzir às onze da manhã em fez de ser logo às nove, poderá fazê-lo. É também importante não se esquecer que os seus cliente têm um horário “normal” e que não estarão a qualquer hora do dia disponíveis para si. 6. ESCOLHA O AMBIENTE DE TRABALHO IDEAL Trabalhar em casa ou num café? Num escritório ou num co-work? Quando iniciar o seu negócio, é determinante que escolha onde vai produzir. Não existe um local ideal para isso. Tudo depende das suas características pessoais. É claro que locais com muito barulho e confusão são de evitar. Quando escolher, também é necessário analisar quais serão os custos financeiros disso mesmo. Talvez um escritório na fase inicial não seja a escolha ideal, visto que poupar deve ser a palavra de ordem nos primeiros meses. Em grande parte dos casos, a própria casa acaba por ser o local escolhido. Mas cuidado com este local. Distrações como a família ou a televisão podem atrapalhar a sua produtividade de freelancer. 7. DEFINA UM ESTRATÉGIA DE DIVULGAÇÃO A principal dificuldade do seu trabalho de freelancer ao início será tornar-se conhecido. Para que isso aconteça, necessita de uma divulgação bem planeada. Como ao início o dinheiro não é muito, opte por dar a conhecer o seu trabalho através das redes sociais ou escrevendo em blogs. O importante é não se esconder atrás de um computador e esperar que os clientes apareçam. Vá atrás deles e dê-se a conhecer. 8. PREPARE-SE PARA APRENDER SEMPRE O trabalho de freelancer exige uma renovação de conhecimentos constante. Esqueça o que aprendeu na faculdade, issonão seria suficiente e já está desatualizado. Leia muitos livros e consulte vários sites. Caso não faça isso, ficará um passo atrás da concorrência e rapidamente perderá clientes. O ideal é definir um determinado período do dia (pelo menos uma hora) para aprender sempre um pouco mais sobre a sua área. Os grandes empresários aproveitam o tempo livre que têm para lerem jornais ou livros. Eles sabem que cada minuto bem aproveitado pode fazer a diferença ao fim de alguns anos. 9. TENHA PACIÊNCIA Ainda há bem pouco tempo falei com um amigo meu que iniciou um blog. Ele está a escrever nele há dois dois meses e já estava a pensar em desistir. Dizia que ainda não tinha visitas nem rendimentos. A pergunta que eu lhe fiz foi: “Em quanto tempo esperavas que o teu negócio se tornasse rentável?”. Ele disse-me que não sabia. De seguida, questionei-o quanto tinha investido no projeto até agora. A resposta dele foi zero. Ora, este é um dos grandes problemas dos freelancer: a falta de paciência. Pensam que o dinheiro e o sucesso têm que começar a aparecer em poucos meses. A verdade é que atingir o sucesso, em qualquer área que seja, demora sempre muito mas muito tempo. Ninguém ficou rico ou conseguiu sucesso profissional de um dia para o outro. Portanto, o conselho que lhe dou é que defina que o seu negócio deve começar a tornar-se rentável pelo menos ao fim de um ano. Antes disso não vale a pena. 10. TRACE UM RUMO Outro dos problemas que os freelancers enfrentam é o fato de não definirem um rumo para o seu negócio. Dizem que querem crescer, mas não sabem nem como nem que passos necessitam de dar para isso. É importante que defina um rumo para o seu negócio, que saiba para onde está a ir. Quantos clientes quer ter dentro de um ano? Qual será o seu volume de negócios ao fim de um ano? O que vai fazer para alcançar esses objetivos? Questões como estas devem ter resposta na sua cabeça. O autor convidado Luciano Larossa é fundador da Escola Freelancer.


Por Luciano Larossa, autor convidado.
Trabalhar como freelancer não é fácil. Muitas pessoas optam por este modo de vida com o objetivo de não terem um horário fixo, de poderem viajar o tempo todo ou poderem acordar a qualquer hora do dia. Tenho uma má noticia: a vida de freelancer não é só benefícios.
É preciso muito trabalho para se tornar um freelancer de sucesso. Diria que é necessário até trabalhar mais do que quando se tem um chefe dando ordens o tempo todo. Um freelancer necessita de ser bastante proativo, rigoroso nas suas contas diárias e procurar sempre mais e melhor para o seu trabalho. É um trabalho que envolve muita luta diária.
Um dos grandes problemas de quem inicia a sua carreira de freelancer é o fato de não saber quais são os primeiros passos que deve dar para conseguir afirmar-se neste mundo. Mas para isso preparei este artigo. Neste post vou lhe dar os 10 passos iniciar que deve dar para se tornar freelancer.
Contudo, alerto-lhe para uma coisa: saber o que fazer não é sinónimo de sucesso. Este guia com certeza irá ajudá-lo muito, mas tudo irá depende da sua capacidade de sacrifício, disciplina pessoal e paciência que tiver com o seu projeto.
1. DEFINA A DIVISÃO DO SEU TEMPO
Quem começa a carreira de freelancer tem duas hipóteses: trabalha a part-time ou a full-time. Esta opção vai condicionar o seu trabalho daqui para a frente, tendo que lidar de maneira diferente com cada uma das opções. Vamos analisá-las:
  • Part-time: Se tomou esta opção, significa que prefere não largar o seu emprego. Na minha opinião, é mesmo a opção mais segura. Isto porque continua com rendimentos fixos todos os meses e não sentirá tanta pressão em conseguir os primeiros resultados com o seu projeto. Contudo, necessita de ter consciência que os progressos serão mais demorados.
  • Full-time: Você pode tomar esta opção por escolha pessoal ou porque está desempregado. Este é a forma como o seu negócio irá crescer mais depressa. Tem mais tempo para se dedicar e o seu trabalho de freelancer irá sentir isso. Os clientes aumentam mais rapidamente e tem mais tempo para trabalhar a qualidade dos seus produtos/serviços. Apesar de todos estes benefícios, esta opção cria a necessidade de retorno imediato, principalmente na parte financeira.
Qualquer que seja a opção, terá que ter consciência da escolha que tomou e adaptar o seu trabalho a isso. Não adianta querer que o negócio cresca rapidamente quando trabalha neles apenas a part-time, por exemplo. Defina uma estratégia e siga em frente.

2. ESCOLHA O SEU PROJETO DE FORMA CORRETA
Uma pergunta que deve fazer a si antes de começar a trabalhar como freelancer é a seguinte: eu gosto mesmo daquilo que vou fazer? Digo isto porque muitas pessoas optam por iniciar a sua carreira nesta área apenas porque está na moda ou está a dar muito dinheiro. O importante, quando escolher o que vai fazer do seu futuro, é saber se está a fazê-lo por gosto. Só assim conseguirá aguentar a pressão e a dedicação que este trabalho exige. Se os seus motivos forem superficiais, em poucos estará a desistir do seu trabalho. Agarre-se a um projeto que lhe dê gosto e não se preocupe muito com a parte financeira. Quem é bom no que faz mais tarde ou mais cedo vê os resultados.

3. CRIE ALGO DIFERENTE
Principalmente na internet, vê-se blogueiros a criarem autênticas cópias de outros blogs apenas porque eles fizeram sucesso. “Se eles têm este modelo de negócio e dá certo, eu também posso ter”. Esqueça isso. Nunca ninguém teve sucesso apenas a copiar outros. Quando decidir iniciar a sua carreira de freelancer, opte por acrescentar algum valor ao mercado. Crie algo inovador. Alguém acredita que o Facebook ou o Twitter poderiam dar certo? Só os seus criadores no primeiro dia acreditaram nisso. Mas não se basearam em ninguém. Viram que existia uma necessidade na sociedade e tentaram colmatá-la. Veja o que as pessoas querem e crie algo para eles. Ninguém quer mais do mesmo.

4. PREPARE-SE FINANCEIRAMENTE
Como disse anteriormente, trabalhar como freelancer exige muita disciplina financeira. Você precisa saber gerir bem o dinheiro que entra e sai, mas principalmente não confundir os rendimentos do seu trabalho com o dinheiro pessoal. Aconselho que defina um salário mensal e o resto das contas guarde-as para o seu negócio. Saber quanto vai receber por mês, dá-lhe uma base importante e faz com que o valor que ganha todos os meses não ande sempre a oscilar. Além disso, tenha cuidado para ter sempre uma poupança, para que possa se precaver em períodos que tenha menos clientes.

5. DEFINA UM HORÁRIO DE TRABALHO
Sem chefe, é muito fácil você perder a noção do seu horário de trabalho e facilmente começar a trabalhar apenas de madrugada, a não ter horário para refeições ou a deixar de parte a sua vida social. Para que isso não aconteça, defina um horário de trabalho. Funcione exatamente como se fizesse parte de uma empresa. A única vantagem é que se quiser começar a produzir às onze da manhã em fez de ser logo às nove, poderá fazê-lo. É também importante não se esquecer que os seus cliente têm um horário “normal” e que não estarão a qualquer hora do dia disponíveis para si.

6. ESCOLHA O AMBIENTE DE TRABALHO IDEAL
Trabalhar em casa ou num café? Num escritório ou num co-work? Quando iniciar o seu negócio, é determinante que escolha onde vai produzir. Não existe um local ideal para isso. Tudo depende das suas características pessoais. É claro que locais com muito barulho e confusão são de evitar. Quando escolher, também é necessário analisar quais serão os custos financeiros disso mesmo. Talvez um escritório na fase inicial não seja a escolha ideal, visto que poupar deve ser a palavra de ordem nos primeiros meses. Em grande parte dos casos, a própria casa acaba por ser o local escolhido. Mas cuidado com este local. Distrações como a família ou a televisão podem atrapalhar a sua produtividade de freelancer.

7. DEFINA UM ESTRATÉGIA DE DIVULGAÇÃO
A principal dificuldade do seu trabalho de freelancer ao início será tornar-se conhecido. Para que isso aconteça, necessita de uma divulgação bem planeada. Como ao início o dinheiro não é muito, opte por dar a conhecer o seu trabalho através das redes sociais ou escrevendo em blogs. O importante é não se esconder atrás de um computador e esperar que os clientes apareçam. Vá atrás deles e dê-se a conhecer.

8. PREPARE-SE PARA APRENDER SEMPRE
O trabalho de freelancer exige uma renovação de conhecimentos constante. Esqueça o que aprendeu na faculdade, issonão seria suficiente e já está desatualizado. Leia muitos livros e consulte vários sites. Caso não faça isso, ficará um passo atrás da concorrência e rapidamente perderá clientes. O ideal é definir um determinado período do dia (pelo menos uma hora) para aprender sempre um pouco mais sobre a sua área. Os grandes empresários aproveitam o tempo livre que têm para lerem jornais ou livros. Eles sabem que cada minuto bem aproveitado pode fazer a diferença ao fim de alguns anos.

9. TENHA PACIÊNCIA
Ainda há bem pouco tempo falei com um amigo meu que iniciou um blog. Ele está a escrever nele há dois dois meses e já estava a pensar em desistir. Dizia que ainda não tinha visitas nem rendimentos. A pergunta que eu lhe fiz foi: “Em quanto tempo esperavas que o teu negócio se tornasse rentável?”. Ele disse-me que não sabia. De seguida, questionei-o quanto tinha investido no projeto até agora. A resposta dele foi zero. Ora, este é um dos grandes problemas dos freelancer: a falta de paciência.
Pensam que o dinheiro e o sucesso têm que começar a aparecer em poucos meses. A verdade é que atingir o sucesso, em qualquer área que seja, demora sempre muito mas muito tempo. Ninguém ficou rico ou conseguiu sucesso profissional de um dia para o outro. Portanto, o conselho que lhe dou é que defina que o seu negócio deve começar a tornar-se rentável pelo menos ao fim de um ano. Antes disso não vale a pena.

10. TRACE UM RUMO
Outro dos problemas que os freelancers enfrentam é o fato de não definirem um rumo para o seu negócio. Dizem que querem crescer, mas não sabem nem como nem que passos necessitam de dar para isso. É importante que defina um rumo para o seu negócio, que saiba para onde está a ir. Quantos clientes quer ter dentro de um ano? Qual será o seu volume de negócios ao fim de um ano? O que vai fazer para alcançar esses objetivos? Questões como estas devem ter resposta na sua cabeça.
O autor convidado Luciano Larossa é fundador da Escola Freelancer.
 

terça-feira, 14 de junho de 2011

Cloud 2. Sua empresa está preparada?

Uma nova buzzword surge no horizonte:

Conceito que integra todas as coisas que podem ser proporcionadas por meio de uma infraestrutura de nuvem com os componentes mais recentes da mídia social e do networking que gera através do socialytics.

Mary Wardley, da IDC Estados Unidos
O anúncio da semana passada de que a Salesforce.com completou a aquisição da empresa de soluções para mídia social Radian6 comprovou alguns conceitos formados sobre a trajetória de longo prazo da análise de redes sociais e CRM social. A Salesforce.com ainda não revelou detalhes sobre o que está por vir, mas é possível arriscar algumas previsões.
Fundamentalmente, a aquisição dá uma oportunidade para a Salesforce.com de reforçar seu compromisso com a chamada Surge um novo conceito, conceito que inclui todas as coisas que podem ser proporcionadas por meio de uma infraestrutura de cloud e os componentes mais recentes da mídia social e do networking que ela gera.
A ferramenta Chatter foi a primeira investida da companhia na área, que oferece também uma versão gratuita, outra prova do comprometimento da empresa com a tendência. A Radian6, nesse contexto, permite que a Salesforce.com agregue análise de mídias sociais, que a IDC batizou de socialytics, em seus produtos e em toda a sua ampla plataforma. 
Dada a importância que as redes sociais adquiriram para a gestão do cliente, é lógico imaginar quão estratégico é o movimento para a Salesforce.com. O foco, no entanto, não deve estar tanto na tecnologia, mas nos resultados que ela pode trazer para os negócios. Em uma palestra no evento Social 2011, mais importante conferência mundial de redes sociais, o famoso especialista em CRM, Paul Greenberg, foi direto ao ponto: a tecnologia deve ser o motor para retornos positivos nos negócios. 
Claro que a tecnologia é importante, mas ela só vai ajudar as companhias a identificarem o que está sendo dito sobre os negócios e a marca da empresa e de quem parte as opiniões. A outra metade, tão importante quanto, depende da área de negócios: determinar qual impacto a marca quer causar e atuar de forma a fazer acontecer. Essa questão estratégica já pode ser observada no mercado por meio de melhores práticas.
Algumas companhias do terceiro setor, com baixo orçamento, estão fazendo trabalhos muito bons levantando discussões e colhendo bons frutos das redes sociais. Agências governamentais também já estão utilizando os canais das redes sociais para mudar a forma como são percebidos pelas audiências mais novas. Assim, o desafio não é encontrar uma boa ferramenta, mas saber como usar e implementar estratégias eficazes suportadas pela ferramenta. 
Se os experimentos sobre mídia social começaram há apenas dois anos, os resultados esperados para os negócios hoje estão levando as organizações a olharem as iniciativas de redes sociais com mais atenção. As soluções analíticas são críticas nesse contexto, mas sem um engajamento planejado e com propósito, os resultados não se alinharão aos requisitos de negócios.
É aí que entra o “socialytics” dentro de um sistema de CRM, com um processo para suportar a estratégia. Parece até uma blasfêmia contra as redes sociais falar de processos, mas está claro que o volume de dados gerados pelas redes sociais terá um efeito fatal sobre as organizações sem que haja um mecanismo estruturado de coleta, entendimento, processamento e distribuição de informação. E isso só tende a ficar pior.
O universo das informações oriundas de redes sociais para clientes e prospects é grande e cresce a cada dia. Pegar esses dados e combinar com as existentes nos sistemas de CRM, como o da Salesforce.com, parece um caminho natural. E há também o mundo das outras informações disponíveis na internet, que não estão diretamente relacionadas às ferramentais sociais conhecidas, mas que são essenciais para entender o cliente, o que ele faz e quem ele é.
A nova plataforma da Radian6, anunciada há pouco tempo pela companhia, promete trazer um pouco desse ambiente mais rico a partir de algumas parcerias. A meta é incluir detalhes como localização, pontuação de influencia e análises textuais para aperfeiçoar os perfis de clientes. Em vez de construir tudo dentro de seu próprio produto, a Radian6 buscou parceiros e especialistas para adicionar mais profundidade para sua própria solução.
A medida que mais conhecimento é capturado, o próximo passo e estabelecer uma metodologia mais ampla dentro das empresas para que esse conhecimento caiba na estratégia da companhia. Isso está, claramente, sob o domínio do sistema de CRM.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

iPad como ferramenta de trabalho: 7 dicas

iPad como ferramenta de trabalho: 7 dicas

Usar o iPad como ferramenta de trabalho no dia-a-dia é uma proposta que funciona bem para algumas pessoas, e sua eficácia depende de qual outra ferramenta o iPad estará substituindo.
Os exemplos que eu tenho visto de sucesso do iPad como ferramenta de trabalho são em alguns casos bem específicos, que vou mencionar:
  • iPad como PIM: PIM é a sigla em inglês para gerenciamento de informações pessoais, ou seja, o iPad substituindo anotações e a agenda de compromissos, contatos e pendências. Meu médico usa muito bem (antes ele usava um Palm para a mesma finalidade), e não é o único que já encontrei casualmente. Pode ser com as próprias apps originais do aparelho, ou com apps adicionais que se adaptem melhor ao que se deseja fazer.
  • iPad como processador de texto: os aplicativos de edição de texto são variados, desde os cheios de recursos de formatação até os mais espartanos que buscam privilegiar a atenção do autor ao conteúdo.
  • iPad para teletrabalho ocasional: quem eventualmente precisa se ausentar do seu local de serviço (reunião externa, viagem a serviço) e pode contar com acesso remoto aos seus dados encontra no iPad um bom equilíbrio entre a conveniência de transportar, a conectividade, a duração da bateria e o acesso a conteúdos e sistemas disponíveis on-line.
  • iPad como ferramenta de demonstração: para exibir a colegas e clientes um material armazenado nele, ou a interação com uma app ou serviço on-line.
  • iPad como complemento ao computador: não só como um monitor extra (via apps especializadas), mas como um recurso extra de interação e integração – por exemplo, para acompanhar um site ou pesquisar referências enquanto se produz algo no computador ao lado.
Embora ele possa ir além destes cenários, as tentativas de substituir o uso pleno de um notebook pelo iPad frequentemente esbarram nas limitações do seu modelo de multitarefa e na entrada de dados pelo teclado virtual exibido na tela.
Em um notebook é trivial manter aberto um editor de texto, um navegador com um material de referência, um sistema de mensagens instantâneas para conversar com alguma fonte, e mais o sistema de e-mails, alternando entre eles no momento certo e com conforto.
No iPad a mesma tarefa não é impossível, mas exige alguma habilidade extra – o que se explica pela observação tão frequente de que ele não é uma ferramenta para produção de conteúdo, e sim para a interação e o consumo do que foi produzido em outros aparelhos.

Os 7 hábitos dos profissionais do iPad altamente eficazes ;-)
Como o salto para a produtividade profissional no uso do iPad exige providências adicionais, o GigaOM publicou uma lista de ações simples que podem tornar seu iPad uma ferramenta de trabalho mais produtiva, se esta for a sua intenção.
Não vou reproduzir todos os itens, mas abaixo você encontra os que mais me chamaram a atenção, juntamente com meus próprios comentários.
Separe as apps de trabalho e as de lazer: a permanente oportunidade de distração representada pelo iPad é uma tentação poderosa e permanente. Não a coloque no caminho da sua produtividade! Coloque as apps “de serviço” numa tela separada, e resista a “dar uma olhadinha” nas outras!

Leve um teclado na mochila – ou tenha um na gaveta. Não é impossível desenvolver velocidade de digitação no teclado virtual da tela do iPad, e dá para se virar muito bem com ele quando necessário. Mas quem se importa com o desempenho na entrada de dados geralmente sai ganhando com a possibilidade de recorrer a um teclado “de verdade” na hora de redigir um texto mais longo. Teclados Bluetooth genéricos funcionam, e há também os modelos integrados a docks e cases. Na minha opinião, entretanto, quem perceber que SÓ usa seu iPad com um teclado externo acoplado pode estar em um caso de uso que seria melhor atendido por um Air ou um netbook, deixando o iPad para outros usos.

Tenha uma estratégia de conexão. Os otimistas sempre contam com a presença de cobertura de Wi-Fi no hotel, no evento, na reunião, no trajeto e no aeroporto. Na prática, a cobertura muitas vezes não se faz presente. Compartilhar a conexão 3G do celular, ter 3G no próprio iPad ou levar um dispositivo tipo MiFi na mochila podem ser o diferencial entre um evento produtivo e um fracasso de conectividade.

Ative o Buscar meu iPad. O serviço Buscar meu iPad (Find my iPad) é essencial para localizar um iPad perdido numa reunião com o cliente ou esquecido em casa, mas só funciona se você ativá-lo previamente. Não deixe de fazê-lo, para não se arrepender tarde demais. Mas para o caso de furtos, o melhor mesmo é ficar sempre de olho no aparelho e evitar dar oportunidade ao ladrão de ocasião!
As outras 3 dicas do GigaOM (leia na íntegra em 7 iPad Habits of Highly Effective Remote Workers) são ter um complemento para a bateria, travar o iPad com senha e investir em um bom par de fones de ouvido. Fazem sentido!

Cadeira conceito faz uso da energia solar para recarregar dispositivos


A cadeira conceito Soft Rockers faz uso de energias renováveis para recarregar dispositivos eletrônicos enquanto você descansa. Montada sobre um eixo, a cadeira gira para coletar luz solar com eficiência. (Imagem:Dvulgação)
 
O MIT SOFT Rockers é uma estação de carregamento inteligente, que faz uso de tecnologias limpas para recarregar seus dispositivos enquanto oferece descanso aos usuários.
Criada por Sheila Kennedy, professora do Instituto de Tecnologia de Masssachussets (MIT), e uma equipe de alunos para o Festival FAST Arts, uma confluência de arte, ciência e tecnologia; a cadeira ao contrário das infra-estruturas convencionais urbanas e "duras", denominada como SOFT Rockers aproveita o ambiente de uma forma dinâmica, usando o poder humano do equilíbrio para criar um eixo interativo de 1,5 metros com um sistema solar de 35 watts de potência.
Estes assentos curvos, cobertos com painéis solares, giram sobre o eixo para mantê-los de frente para o sol. Um sensor faz a cadeira girar para coletar a luz solar com maior eficiência.
A geração de energia adicional, a partir do movimento de balanço criado quando as pessoas sobem na cadeira, também é aproveitado. Toda a eletricidade colhida pode ser usada para recarregar dispositivos ligado às três portas USB e para iluminar uma faixa de luz no interior do assento.
Pequenos eletrônicos desenhados para este projeto carregam uma bateria de 12 amperes/h e armazena a energia solar colhida durante o dia.
Basta deitar sob a cadeira e plugar os dispositivos, desde caixas de som a celulares, que podem tanto ser ligados como simplesmente carregados enquanto o usuário descansa. À noite, a cadeira faz uso da energia solar captada durante o dia e se ilumina, tornando-se um bom lugar para reuniões sociais.
Em forma de folha, a SOFT Rockers mostra como padrões de painéis de madeira podem ser personalizados para adaptar-se a latitude e ângulo do sol usando um design inovador. A cadeira combina estratégias de design de alta-tecnologia e inovações que geram eletricidade, funcionando também como mobília.
Redação CicloVivo

Designer inglês cria chaminé capaz de produzir energia


O ChimChum é um novo modelo, em escala reduzida, de turbina de vento projetada para ser montada no topo de uma chaminé. O projeto foi feito para gerar eletricidade para a casa. (Imagem:Divulgação)
 
O ChimChum é um novo modelo, em escala reduzida, de turbina de vento projetada para ser montada no topo de uma chaminé, criada pelo jovem designer do Reino Unido, Thomas Postlethwaite.
Embora o dispositivo pareça bloquear a abertura da chaminé, a fumaça pode ser efetivamente ventilada para fora, pois tem slats de ventilação construídos na tampa superior que se deslocam permitindo a passagem de ar. Este arranjo também impede que detritos de animais caiam e que ninhos sejam feitos dentro da chaminé.
As hélices são fabricadas a partir de uma resina muito forte, mas extremamente leve, de fibra de carbono, que possui excelentes propriedades de resistência térmica.
As partes alongadas côncavas nas hélices são moldadas em ambos os lados das palhetas, garantindo que qualquer passagem de ar seja suficiente para girar o mecanismo. Como resultado destas propriedades, a quantidade de energia necessária para rodá-las é baixa e isto permite que até mesmo uma brisa leve do vento participe da produção de eletricidade.
As partes internas do dispositivo são ocupados pelo gerador e os rolamentos. Ambos os componentes são fabricados em aço inoxidável para torná-los duráveis. Além disso, o atrito entre os rolamentos ajuda a conseguir maior eficiência.
O produto é simples. Os componentes mais baixos são o gerador e o conjunto de rolamento, que também são montados no topo da chaminé. O componente central é o cata vento e o extrator de fumaça; e a parte mais elevada é a tampa superior.
As pás do cata vento são inspiradas na aerodinâmica natural de uma semente de sicômoro e a tampa de alumínio impede a queda direta de detritos animais no respiro da chaminé. A ventilação assegura que não haja a nidificação animal, pois os pássaros não podem entrar na estrutura, além de permitir que a fumaça seja ventilada para fora de forma eficiente.
O projeto foi feito para gerar eletricidade para a casa, ao mesmo tempo que leva a fumaça para cima e a elimina pela chaminé.
Redação CicloVivo

Cariri é a única região do Brasil a ter Veículo Leve sobre Trilhos movido a biodiesel


As duas composições que formam o sistema de Cariri podem transportar até 300 pessoas e andar a uma velocidade 60 km/h. (Imagem: Divulgação)
 
O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) instalado na região de Cariri, no sertão do Ceará, acaba de vencer o prêmio Greenbest deste ano. A tecnologia foi implantada no estado para aproveitar a malha ferroviária e reduzir a poluição gerada pelos meios de transporte.
O VLT, também conhecido como metrô de superfície, possui realmente características físicas parecidas com o meio de transporte com o qual ele é comparado. Entre elas está a possibilidade do aproveitamento da malha ferroviária já existente, como ocorreu no Nordeste brasileiro. No entanto, ao contrário de muitas estruturas deste tipo, o VLT cearense não é movido a eletricidade. O combustível utilizado no transporte é o biodiesel, que emite quantidades menores de gases de efeito estufa, se comparado aos transportes tradicionalmente movidos a combustão.
O sistema instalado em Cariri, em meio ao sertão, beneficia pessoas que percorrem constantemente o trajeto de 13,6 quilômetros, entre o sul do estado do Ceará e a cidade de Juazeiro do Norte. A opção pela utilização desta tecnologia resultou em diversas economias, principalmente no que diz respeito ao reaproveitamento da estrutura física para o transporte sobre trilhos já existente no local.
O VLT de Cariri é o primeiro do Brasil a ser colocado em uso, existem outros projetos espalhados por todas as regiões do país, mas nenhum deles saiu do papel até o momento.
As duas composições que formam o sistema de Cariri podem transportar até 300 pessoas e andar a uma velocidade 60 km/h. O trajeto é percorrido em 40 minutos e os passageiros podem contar com o conforto e ainda terem a consciência de que a tecnologia causa impactos menores ao meio ambiente, pois polui 93% menos que os ônibus. Com informações da Revista Vida Simples e do Governo do Ceará.
Redação CicloVivo